Empresa de reabilitação de condutas nasce na Incubadora de Estarreja

Empresa de reabilitação de condutas nasce na Incubadora de Estarreja

“Uma área que está a nascer e ainda por explorar”. Em todo o país, contam-se pelos dedos de uma mão o número de empresas que se dedicam à avaliação do estado e reparação de condutas de saneamento e abastecimento.
Agora, uma nasce em Estarreja. A Incubadora de Empresas de Estarreja acolhe a InsidePIPE, Engenharia e Serviços, Lda. O presidente da Câmara Municipal, José Eduardo de Matos, e as representantes da empresa assinaram o contrato de incubação.
Tendo como objectivo o mercado nacional e a Galiza, Espanha, Maria do Céu Maltez e Deolinda Jacinto decidiram avançar para a criação da empresa InsidePIPE e são hoje sócias-gerentes. “Vamos trabalhar dentro da parte das tubagens das condutas de saneamento e abastecimento e fazer a avaliação do estado em que se encontram as condutas”, explica Maria do Céu Maltez, para posteriormente se apresentar o diagnóstico e as medidas correctivas, que poderão passar pela reabilitação parcial ou global, “de preferência sem abertura de vala”. Deolinda Jacinto acrescenta que “na área da reabilitação haverá até 4 empresas” em actividade em Portugal.
Conhecedoras do mercado, seus intervenientes e sistemas, uma vez que as duas empreendedoras lideraram “o processo de lançamento de um sistema de saneamento hoje em uso”, as perspectivas são positivas até porque esta é uma área em expansão.
A curto prazo pretendem contratar dois colaboradores, antecipando o que está definido no plano de negócio, apoiado no âmbito do projecto Investe Mais, financiado pelo IEFP e Banca. “Tendo em conta a dimensão e o que queremos fazer”, a InsidePIPE promete um “ataque cerrado ao
mercado”, daí que a crise não as tenha inibido de dar este passo.
A escolha caiu naturalmente sobre Estarreja. “As instalações são excelentes e a zona é muito boa. Em termos estratégicos e de mobilidade não podemos querer melhor”, salienta Maria do Céu, que reside no concelho, além do “apoio incansável” da parte da autarquia. “Tínhamos mesmo que ficar por aqui”, afirmou. Visitaram outros espaços de incubação empresarial, mas “esta (Incubadora) distinguiu-se das outras em relação às condições que apresentava”, concluiu
Deolinda Jacinto.

 

jornal01

 

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